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Mãe é uma figura sem concorrência

edu braga 20E ae galera, mais uma semana se passou e cá estou eu de volta, coluna de número 24 (sem trocadilhos, por favor), faltam mais duas para marcar 6 meses de matérias (juro que pensei: não vou chegar nem a 4 matérias), deveria até pensar em algo especial para data, até lá, veremos.

De qualquer forma este mês foi legal, onde escrever foi fácil, afinal comemoramos o dia trabalho (sem trabalhar, lógico), é o mês das noivas (muitos nem se lembravam disto), mas a comemoração mais importante está por vir. Não, não é o meu aniversário, não seria tão egocêntrico assim. É o dia das mães.

Este é o momento da historinha, hehehe. A mais antiga comemoração relatada é mitológica. Os gregos, na entrada da primavera, homenageavam Rhea, mãe dos deuses.

Na Inglaterra, inicio do século XVII, o quarto domingo da Quaresma passou a ser dedicado as mães das operárias e nesse dia elas tinham folga para poderem ficar com suas progenitoras (imaginem a escravidão desta época).

A Igreja Católica deu sua contribuição instituindo o mês de maio como o mês da Consagração de Maria, mãe de Jesus (estranho, tive uma sensação de deja vu).

Tudo muito bom, mas a verdadeira contribuição para a instituição do dia das mães não veio da igreja, não veio dos gregos, nem dos ingleses (momento de suspense), veio de uma jovem americana chamada Annie Jarvis. Imaginem alguém que perdeu o pai e logo em seguida perde a mãe, depressão a vista. Os amigos, feliz de quem os tem, resolveram fazer uma festa em memória da mãe de Annie.

Annie, muito perseverante, quis estender esta comemoração a todas as mães, então em maio de 1908 houve a primeira comemoração pública, realizada na Igreja Metodista de Grafton (com direito a placa comemorativa). Em 1910 o governador de West Virginia decretou a primeira comemoração oficial do dia das mães, mas foi a assinatura do presidente Woodrow Wilson que institui o segundo domingo de maio como a data oficial para homenagear as mães.

No Brasil a primeira comemoração aconteceu por iniciativa da Associação Cristã de Moços (ACM) de Porto Alegre em 1918, mas somente em 1932 que Getúlio Vargas num ato semelhante ao do presidente americano (ele assinou um decreto, hahahah) institui o segundo domingo de maio como dia das mães.

Sei que muitas pessoas estão esperando e se perguntando, quando o Edu vai falar de música? Qual será a associação que ele irá fazer para chegar a isso? Bem dessa vez sinto decepcionar a todos, mas não farei nenhuma. Poderia sim fazer essa associação, mas mãe é uma figura sem concorrência.

Esta coluna vai ser dedicada exclusivamente às mães e futuras mamães, afinal esta é a figura mais importante que temos em nossas vidas.

Deve haver uma certa dose de loucura, afinal carregar um bebê por 9 meses, passar meses enjoando (algumas são enjoadas por natureza, ahahah), ter desejos estranhos (nesta hora o marido sofre, afinal o desejo é dela, mas a execução é dele, hahaha), amamentar, aguentar madrugas intermináveis de choro e mesmo assim amar de forma incondicional.

E não termina por aí, afinal a quem recorremos naquele momento de aperto mesmo estando criados, barbados e possuidores dos próprios filhos?

Mãe é uma espécie única, criada para criar e viver eternamente em nossos corações.

Prometo que semana que vem volto a falar sobre música.

Um ótimo dia das mães a todos.

Até a próxima…

Fonte da Imagem: Mama (Créditos e Divulgação)

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0 0 96 12 maio, 2012 Música maio 12, 2012

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